O EXEBRYL-1 DA PROTEOTECH ENTRA NOS EXPERIMENTOS CLÍNICOS EM SERES HUMANOS PARA O TRATAMENTO DO MAL DE ALZHEIMER

ProteoTech Inc. (ProteoTech) anunciou hoje que completou as exigências reguladoras da Nova Droga Investigacional(IND) e recebeu a aprovação do FDA para iniciar sua Fase 1 do experimento clínico em seres humanos utilizando o Exebryl-1, uma nova droga de pequenas moléculas direcionada ao acúmulo de proteína tóxica beta-amilóide para o tratamento do mal de Alzheimer. A ProteoTech iniciou sua Fase 1 do experimento em seres humanos no dia 29 de julho de 2008.
    Na Conferência Internacional sobre o Mal de Alzheimer de 2008 em Chicago na semana passada, a ProteoTech apresentou dados notavelmente eficazes em camundongos transgênicos com o mal de Alzheimer, no qual o Exebryl-1 diminuiu no cérebro a carga de proteína beta-amilóide em mais de 30-50%, correlacionando com melhoras marcantes na memória desses animais. Acredita-se que o acúmulo de proteína tóxica e insolúvel beta-amilóide seja parte importante na progressão da doença e no distúrbio de memória observado em todos os pacientes com o mal de Alzheimer. Os dados também apresentados demonstraram biodisponibilidade oral e penetração da barreira hemato-encefálica do Exebryl-1.
    O Exebryl-1 é uma nova droga de moléculas pequenas desenvolvida pela ProteoTech através da sua biblioteca exclusiva de compostos de moléculas pequenas projetado para tratar as doenças específicas de origem amilóide. Seis anos de experimentos pré-clínicos in vitro e in vivo levaram ao desenvolvimento do Exebryl-1 que se acredita prevenir a formação, depósito e acúmulo da proteína beta-amilóide em todos os estágios da progressão da doença. Além do mais, o Exebryl-1 também contribuí para a redução e remoção do depósito de proteína beta-amilóide já existente no cérebro como mostrado pela redução significativa e marcante nas placas de amilóide do cérebro em animais transgênicos mais velhos com o mal de Alzheimer.
    Estudos iniciais sugerem que o Exebryl-1 também possa ter uma capacidade dupla ao inibir e desacelerar a proteína tau de formar pares de filamentos espiralados, importantes na formação de emaranhados neurofibrilares. A presença de emaranhados neurofibrilares nos cérebros que possuem a proteína tau é uma característica patológica inconfundível do mal de Alzheimer. Estudos adicionais estão em andamento para confirmar esta descoberta emocionante. Conseqüentemente, o Exebryl-1 pode ser a primeira droga de molécula pequena biodisponível oralmente que afeta tanto a placa de amilóide como o acúmulo de emaranhados neurofibrilares, as duas principais características e lesões patológicas do mal de Alzheimer.

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